O que é um adventure?

Apprentice I

O jogo de aventura, ou simplesmente adventure, termo em inglês como é conhecido, é o tipo de jogo mais próximo de uma narrativa que você encontrará por ai. Narrativa? Sim, pense num filme. Imagine que você é o ator principal deste filme e que você deve ter determinadas ações e que por isso, obterá respostas … Ler mais

Extreme Programming em Programação de Jogos (Com comentários a filosofia GNU)

Extreme Programming (usualmente chamado de XP) é uma “nova” metodologia para o desenvolvimento de programas e que tem conquistado muitos adeptos recentemente. Mas o que de fato há de novo nessa metodologia? O que podemos ganhar com ela? Como podemos aplicar seus preceitos fundamentais ao desenvolvimento de jogos? Quais as suas relações com o método … Ler mais

Dicas para se fazer um jogo de computador

ANTES DE COMEÇAR… Lembre-se de que jogos de computador são o conjunto de várias artes diferentes formando uma só. A idéia de arte é altamente subjetiva, por isso você nunca irá agradar a todos. Entretanto tenha em mente de que se a sua intenção for criar um jogo por remuneração, e não prazer, seu trabalho … Ler mais

Fontes: Aprenda a usá-las

Imagem Artigo Fontes 02

Por Alessandro Straccia Na computação gráfica, a tipologia representa uma área vasta e importante. Desde a primeira prensa de tipos móveis de Guttemberg, lá pelos idos de 1400, o assunto vem evoluído até os dias atuais. Escolher uma fonte para seu design é uma escolha séria e necessita de um estudo aprofundado em relação às … Ler mais

Uma visão semiótica sobre jogos

Por Dalton Lopes Martins INTRODUÇÃO O que diabos tem semiótica a ver com jogos de computadores? Mais ainda, o que significa semiótica? Bem, esse texto tem a pretensão de ser uma contribuição conceitual sobre o que significa semiótica e de que forma esse conhecimento pode influenciar a forma como temos desenvolvido nossos jogos, além de … Ler mais

Animações Gráficas com Linguagens de Programação

É bem provável que o primeiro contato com a informática e computação gráfica, hoje, venham dos jogos de videogame. Do primitivo PC XT até chegar as modernas estações SILICON hoje, houve um grande trabalho em todas as etapas da evolução da informática para se obter o máximo com o mínimo de evolução que se obtinha … Ler mais

Mecanismos disponíveis para a avaliação de aprendizes através de computadores

Por Dalton Lopes Martins 1. INTRODUÇÃO Avaliar, sob determinada visão pedagógica, é questionar e refletir sobre o processo de transmissão da informação e a forma como essa informação transforma-se em conhecimento. A computação e a ciência da informática trouxeram a automatização de vários processos técnicos, científicos e industriais. A questão em relevância no contexto desse … Ler mais

Uso do Collaborative Virtual Environment (CVE) na aprendizagem Colaborativa

Por Dalton Lopes Martins 1. INTRODUÇÃO Segundo LOGAN et al. (2001), os ambientes colaborativos virtuais (CVE) são formados por mundos virtuais que fornecem gráficos 3-D em tempo real, complementados com texto e/ou áudio para vários usuários conectados em uma rede de computadores. Essa abordagem fornece os elementos técnicos básicos para a aplicação dos CVEs na … Ler mais

A comunicação mediada por computador como ferramenta de aprendizagem colaborativa.

1. INTRODUÇÃO Segundo Polesel Filho (2001), a comunicação mediada pelo computador (CMC) possui diferentes funções: entretenimento, comércio, informação. É usada nas comunicações interpessoais, como meio de comunicação de massa, como suporte para fóruns e grupos de discussão, alcançando as mais variadas aplicações. No âmbito deste trabalho, estamos interessados em abordar a comunicação mediada por computador … Ler mais

Agentes de Software: uma breve introdução

Por Dalton Lopes Martins Após a explosão do uso doméstico da Internet, na metade dos 90, uma tecnologia tornou-se a coqueluche dos desenvolvedores de software para ambientes de rede e sistemas distribuídos: os agentes de software. No entanto, agentes não são programas que rodam apenas em ambientes voltados para redes, como veremos a seguir, mas … Ler mais